Cientistas lideram a restauração de Notre Dame — e investigam mistérios revelados por seu devastador incêndio
Oito cientistas de restauração colocaram capacetes de segurança e botas resistentes e entraram na casca enegrecida de Notre Dame de Paris, a catedral mais famosa do mundo. Dez dias antes, um incêndio varreu seu sótão, derreteu o telhado e fez a torre despencar como uma flecha no coração do espaço sagrado. Agora, estava silenciosa, exceto pelo bater das pardais domésticos. O espaço, normalmente perfumado com incenso, estava acre de cinzas e fumaça parada. A luz atravessava vazios no teto de pedra abobadado, cortando a penumbra e iluminando pilhas de destroços no chão de mármore.
Ainda assim, os cientistas, convocados pelo Ministério da Cultura da França para inspecionar os danos e planejar um resgate, sentiram principalmente alívio — e até esperança. Cadeiras de vime estavam em tid… Continuar a leitura (leitura de 15 minutos)





